quarta-feira, 5 de março de 2008


As horas passavam, tudo fazia querer que o dia ia ser banal, começando e chegando ao seu terno dentro de quatro paredes, numas semi-férias tão saborosas. Ao consultar a bela da agenda, no dia 29 de Fevereiro saltava à vista um apontamento precioso....Carta Branca a Jorge Palma no CCB.. Oh João acorda para a vida, nem te lembravas do concerto!
Tudo mudava de figura.....
Sentei-me na ultima fila do 2ºbalcão, ena pá o grande auditório está à pinha!
Da entrada aos primeiros acordes sofri um turbilhão de arrepios,
mas o inicio foi sóbrio, a pouco e pouco ele encostava-se a mim, e dizia-me levemente com a sua voz bem vivida, a gente vai continuar e ninguém nos vai parar. Na passagem para o piano, Jorge leva uma garrafa à boca e alguém grita da plateia: "água"?... e ele com o seu jeito esboçou um leve sorriso, estava criado o clima para uma noite mágica.
A presença do seu inconfundível filho, Vicente Palma, e do quarteto Lacerda, foram as cerejas em cima de um bolo que foi devorado num ápice, duas horas pareceram dez minutos.

Obrigado Palma!

4 comentários:

poca disse...

diz que sim.. diz que é UM SENHOR!!

e diz que sim também.. que quando estamos bem o tempo passa rápidooo

ps. e diz que sim.. que faço ;P

CANHOTO* disse...

é, sem duvida, a parte mais penosa de estar no Reino do Mouros.
É complicado ficar a 300 km dos concertos mágicos do Palma e das noites de cinema no King...
A gente vai continuar;)
Abraço

Stella Maris disse...

A tua descrição fez-me viajar a uma situação idêntica, mas não havia lugar para me sentar. As pernas?! Dessas nem me lembro, só da inconfundível voz do Palma.

José Goulão disse...

meu velho, fiquei arrepiado a ler a tua descricao do concerto!
Queria mto ter ido.. mas mais virao
abraco